Benefícios da Moringa

não é novida de que dessde os tempos remontos da humaniade, o homem sempre procurou, cura e prevenção de certas doenças na natureza . Hipocrates dizia ” faça da alimentação o seu medicamento e não do medicamento a sua alimentação”, posso imaginar que naquela altura Hipocrates percebeu que a maior fonte de cura do homem é à alimentação.

No mundo, há uma diversidade de plantas muito benéficas para a nossa saúde, algumas já estudadas e com efeitos já comprovados pela ciência, outras ainda pouco conhecidas, mas com os mesmos efeitos positivos avaliados por especialistas e de eficácia garantida. Em meio a tantas plantas benéficas para nossa saúde já comprovadas pela ciência encontramos a Moringa, planta tropical de origem Indiana e Africana.

Dos seus vários benefícios mencionamos a: redução do colesterol e da glicose, melhoria da pressão arterial, é rica em sais minerais e vitaminas essencias a saúde humana; Considerada por está razão como carne verde. Dentre os seus vários benefícios a saúde é comprovado que desde as suas raises até suas semente a planta pode curar aproximadamente 300 doenças.



 

  1. Reduz os níveis de glicose no sangue;
  2. Reduz o colesterol ruim (LDL);
  3. Combate à anemia, devido ao seu alto teor de ferro;
  4. Reduz a pressão arterial;
  5. Melhora as articulações, graças ao seu efeito anti-inflamatório;
  6. Combate a asma;
  7. Melhora a imunidade do organismo;
  8. Fortalece os músculos e ossos;
  9. Ajuda na perda de peso;
  10. Melhora as funções mentais, como a memória e capacidade de aprendizagem;
  11. Ajuda no crescimento do cabelo;
  12. Protege o fígado e os rins;
  13. Oferece mais beleza e saúde à pele;
  14. Queima a gordura corporal;
  15. Acelera o metabolismo;
  16. Trata pacientes com HIV;
  17. Aumenta a produção de leite materno;
  18. Combate e previne a cegueira;
  19. Fornece energia ao corpo…

Composição Nutricional da Moringa

  • Possui sete vezes mais vitamina C que a laranja, essencial para a pele e cabelos;
  • Tem quatro vezes mais cálciodo que o leite;
  • A moringa tem quatro vezes mais vitamina A que a cenoura, uma arma poderosa contra a cegueira;
  • A planta tem três vezes mais potássio do que a banana;
  • Possui duas vezes mais proteína do que a encontrada no leite (cerca de 27%, semelhante à carne de boi);
  • Tem mais ferro que o espinafre, sendo uma grande aliada no combate à anemia;
  • Possui vitaminas A, B (tiamina, riboflavina, niacina), C, E e beta caroteno;
  • É rica em minerais, como o fósforo, zinco, selênio e ferro…
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Democracia

Durante muito tempo, as sociedades a nível mundial têm vindo lutando para manter a unidade dos cidadãos habitantes de uma determinada sociedade, este processo que depende de uma boa e grande organização mundial “Democrac

Democracia, é um sistema de governo que resulta da livre escolha de governantes, a qual é expressa pela união e a vontade da maioria dos governados, confirmada por meio de votos. Este sistema de governo democrático que abrange todos os elementos da organização política de um país.

Democracia é o termo que caracteriza o regime político contemporâneo da maioria dos países ocidentais. Trata-se de um conceito tão importante quanto complexo, cujo significado actual se originou de várias fontes históricas e se desenvolveu ao longo de milhares de anos. O termo pode ser utilizado para designar tanto um ideal quanto regimes políticos reais que estão consideravelmente aquém daquele ideal. Uma das formas para compreender o seu significado é olhar para a maneira com que o conceito de democracia se transformou e se desenvolveu historicamente.

Origem da Democracia

O conceito de democracia surgiu na Grécia Antiga, em 510 a.C., quando Clístenes, aristocrata progressista, liderou uma rebelião contra o último tirano, derrubando-o e iniciando reformas que implantaram a democracia em Atenas. Atenas foi dividida em dez unidades denominadas chamadas “demos”, que era o elemento principal dessa reforma. Por isso, o novo regime passou a se chamar “demokratia”, que é formada do radical grego “demo” (povo), e de “kratia” (poder). No entanto, não é um sistema político isento de defeitos: basta lembrar que Adolf Hitler ascendeu ao poder absoluto na Alemanha por via eleitoral e conduziu em seguida o país a um violento e desnecessário conflito mundial. Tal defeito da democracia já era apontado pelos gregos Platão, Sócrates e Aristóteles nos séculos IV e V a.C. Segundo eles, a vontade do povo podia ocasionalmente ir contra as normas éticas, muitas vezes dirigida por políticos manipuladores, redundando em injustiça.

Apesar de seus defeitos, a democracia é o sistema político predominante no mundo, actualmente e o que apresenta melhores resultados quanto à harmonia social e à qualidade de vida da população.

Um dos maiores obstáculos à existência de regimes democráticos duradouros são os golpes de estado, que se caracterizam por serem tomadas do poder abruptas por minorias, muitas vezes respaldadas no apoio das forças armadas. Talvez a frase que melhor qualifique o regime democrático seja a que foi proferida pelo ex-primeiro-ministro inglês Winston Churchill em 1947 em um discurso na câmara dos comuns britânica:   a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos”. Ou seja, seria um regime cheio de defeitos, porém, ainda assim, seria melhor do que todas as outras formas alternativas de regime político.

Democracia contemporânea

Foi-se afirmando no pensamento político moderno a ideia de que a única forma de democracia possível era um governo representativo. Na concepção moderna de democracia, o ato de governar e legislar é delegado a um grupo restrito de representantes eleitos por períodos limitados, directa ou indirectamente, pelos cidadãos. Ou seja, a soberania do povo se dá por meio dos representantes que pelo povo são eleitos. Nesse sentido, a liberdade individual e a igualdade de condições são consideradas os principais valores democráticos e os princípios que sustentam essa forma de governo. No pensamento político moderno, a democracia é vista em oposição às formas absolutistas e ditatoriais de governo. Nos últimos séculos, a luta por democracia nas nações modernas tem se dado no âmbito da conquista, garantia, universalização e ampliação dos direitos civis, políticos e sociais.

No pensamento político e nos regimes contemporâneos, pensa-se a democracia menos em termos ideológicos e mais no seu sentido formal, ou seja, como um conjunto de instituições, direitos e práticas que garantem um determinado processo para a tomada de decisões colectivas. Assim, quando hoje nós falamos em democracia, em geral nos referimos a algumas “regras do jogo político”.

Listamos a seguir alguns desses procedimentos que caracterizam um sistema democrático actual:

  • As instituições políticas responsáveis pelas funções legislativas e executivas devem ser compostas em sua maioria por membros directa ou indirectamente eleitos pelo conjunto dos cidadãos e alternados periodicamente;
  • O voto deve ser universal, ou seja, têm direito ao voto todos os cidadãos maiores de idade, sem distinção de sexo, de raça ou de religião;
  • Todos os votos têm o mesmo peso e os eleitores são livres para exercer o seu direito segundo a sua própria opinião, frente a uma disputa livre, honesta e pacífica entre partidos políticos que pleiteiam os cargos representativos;
  • Vencem as eleições os partidos e/ou candidatos que atingirem a maioria numérica dos votos (ainda que possam ser estabelecidos diferentes critérios para se determinar a maioria);
  • As decisões tomadas pela maioria não podem ameaçar os direitos básicos da minoria.

No âmbito dessa noção formal de democracia, foram cunhadas diversas tipologias para caracterizar as diferentes formas de procedimentos democráticos desenvolvidos pelos países ocidentais. Por exemplo, podemos discernir entre sistemas presidencialistas e parlamentaristas, dependendo da relação que é estabelecida entre os poderes executivos e legislativo. Outro exemplo de tipologia é a que leva em consideração os partidos políticos, diferenciando sistemas bipartidários (onde dominam apenas dois partidos, como nos Estados Unidos) e pluripartidários (onde três ou mais partidos disputam o poder, como Angola).

No mundo ocidental em geral considera-se a democracia representativa como o regime político mais eficaz para promover maior liberdade e direitos para os cidadãos com o mínimo de abuso do poder político. Entretanto, existe uma série de críticas à democracia representativa, formal e indirecta tal qual ela se desenvolveu nos países ocidentais, acusando-a principalmente de favorecer uma minoria detentora do poder económico. Os críticos à democracia representativa consideram que houve um abandono real dos ideais democráticos, nas mãos de representantes que não se preocupam de facto com a coisa pública; argumentam ainda a impossibilidade de manter um sistema autenticamente democrático frente à influência crescente da riqueza, à enorme desigualdade social, à irrefreada corrupção, à escalada da violência e à disseminação de ódio,  preconceito e guerras.

Tipos de democracia

A democracia tem tomado diferentes formas de governo, tanto na teoria quanto na prática. Algumas variedades de democracia proporcionam uma melhor representação e maior liberdade para seus cidadãos do que outras.  No entanto, se qualquer democracia não está estruturada de forma a proibir o governo de excluir as pessoas do processo legislativo, ou qualquer agência do governo de alterar a separação de poderes em seu próprio favor, em seguida, um ramo do sistema político pode acumular muito poder e destruir o ambiente democrático.

Democracia Directa

Democracia directa refere-se ao sistema onde os cidadãos decidem directamente cada assunto por votação.

A democracia directa tornou-se cada vez mais difícil, e necessariamente se aproxima mais da democracia representativa, quando o número de cidadãos cresce. Historicamente, as democracias mais directas incluem o encontro municipal de Nova Inglaterra (dentro dos Estados Unidos), e o antigo sistema político de Atenas. Nenhum destes se enquadraria bem para uma grande população (embora a população de Atenas fosse grande, a maioria da população não era composta de pessoas consideradas como cidadãs, que, portanto, não tinha direitos políticos; não os tinham mulheres, escravos e crianças).

É questionável se já houve algum dia uma democracia puramente directa de qualquer tamanho considerável. Na prática, sociedades de qualquer complexidade sempre precisam de uma especialização de tarefas, inclusive das administrativas; e portanto uma democracia directa precisa de oficiais eleitos. (Embora alguém possa tentar manter todas as decisões importantes feitas por voto directo, com os oficiais meramente implementando essas decisões). Exemplos de democracia directa que costumavam eleger Delegados com mandato imperativo, revogável e temporário podem ser encontrados em sedições e revoluções de cunho anarquista como a Revolução Espanhola, a Revolução Ucraniana e no levante armado da EZLN, no estado de Chiapas. Contemporaneamente o regime que mais se aproxima dos ideais de uma democracia directa é a democracia semi-directa da Suíça. Uma democracia semi-directaé um regime de democracia em que existe a combinação de representação política com formas de Democracia directa  (Benevides, 1991, p. 129).

A Democracia semi-directa, conforme Bobbio (1987, p. 459), é uma forma de democracia que possibilita um sistema mais bem-sucedido de democracia frente as democracias Representativa e Directa, ao permitir um equilíbrio operacional entre a representação política e a soberania popular directa. A prática desta acção equilibrante da democracia semi-directa, segundo Bonavides (2003, p. 275), limita a “alienação política da vontade popular”, onde “a soberania está com o povo, e o governo, mediante o qual essa soberania se comunica ou exerce, pertence ao elemento popular nas matérias mais importantes da vida pública”.

Democracia Representativa

Em democracias representativas, em contraste, os cidadãos elegem representantes em intervalos regulares, que então votam os assuntos em seu favor. Do mesmo modo, muitas democracias representativas modernas incorporam alguns elementos da democracia directa, normalmente referendo.

Nós podemos ver democracias directas e indirectas como os tipos ideais, com as democracias reais se aproximando umas das outras. Algumas entidades políticas modernas, como a Suíça ou alguns estados norte-americanos, onde é frequente o uso de referendo iniciada por petição (chamada referendo por demanda popular) ao invés de membros da legislatura ou do governo. A última forma, que é frequentemente conhecida por plebiscito, permite ao governo escolher se e quando manter um referendo, e também como a questão deve ser abordada. Em contraste, a Alemanha está muito próxima de uma democracia representativa ideal: na Alemanha os referendos são proibidos em parte devido à memória de como Adolf Hitler usou isso para manipular plebiscitos em favor do seu governo.

O sistema de eleições que foi usado em alguns países capitalistas de Estado, chamado centralismo democrático, pode ser considerado como uma forma extrema de democracia representativa, onde o povo elegia representantes locais, que por sua vez elegeram representantes regionais, que por sua vez elegiam a assembleia nacional, que finalmente elegia os que iam governar o país. No entanto, alguns consideram que esses sistemas não são democráticos na verdade, mesmo que as pessoas possam votar, já que a grande distância entre o indivíduo eleitor e o governo permite que se tornasse fácil manipular o processo. Outros contrapõem, dizendo que a grande distância entre eleitor e governo é uma característica comum em sistemas eleitorais desenhados para nações gigantescas (os Estados Unidos e algumas potências europeias, só para dar alguns exemplos considerados inequivocamente democráticos, têm problemas sérios na democraticidade das suas instituições de topo), e que o grande problema do sistema soviético e de outros países comunistas, aquilo que o tornava verdadeiramente não democrático, era que, em vez de serem escolhidos pelo povo, os candidatos eram impostos pelo partido dirigente.

Democracia Neoliberal

A democracia neoliberal se baseia em um conjunto de medidas políticas e económicas.

Dentre essas medidas, citamos:

  • Intervenção do estado no mercado de trabalho;
  • Política de privatização de empresas estatais;
  • Livre circulação de capitais;
  • Destaque à globalização;
  • Posição contrária a impostos excessivos;
  • Medidas contra o proteccionismo económico;
  • Defesa dos princípios económicos do capitalismo;
  • Diminuição do tamanho do estado.

O estado democrático é concebido com o objectivo de garantir certos direitos fundamentais à cidadania, geralmente divididos em direitos civis, políticos e sociais. Entre os direitos civis estão a liberdade de expressão, de imprensa, de associação e de reunião e protecção contra a prisão arbitrária. Os direitos de votar e de ser eleito para um cargo no governo são exemplos de direitos políticos. Já os direitos sociais são aqueles relacionados à educação, saúde, alimentação, moradia, transporte, segurança, lazer…